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Aline Barros é acusada de demitir funcionária que se assumiu homossexual

A cantora gospel Aline Barros está sendo processada pela cantora Rejane Silva Magalhães, que foi sua backing vocal por 10 anos. As mais de 300 páginas do processo afirma, entre outras coisas, que a demissão aconteceu por Aline não aceitar a homossexualidade dela.

Contratada desde 2005, Rejane trabalhava na banda principal de Aline. A profissional pede seus direitos trabalhistas na justiça por não ter carteira assinada. A cantora acusa Aline Barros de não pagar as comissões devidas de shows e trabalhos feitos como funcionária. 

As informações divulgadas pelo jornalista Leo Dias afirmam ainda que a indenização que Rejane deverá receber gira em torno de R$ 200 mil. O valor do processo pode chegar a R$ 1 milhão de reais e pode ser consultado no site do Tribunal de Justiça através do número 0100337-23.2016.5.01.0021. 

Para reverter essa situação, Aline tem oferecido crédito à ex-assistente em algumas ações que o marido Gilmar possui contra o Botafogo, time em que jogou.

Em uma entrevista dada ao programa Mariana Godoy Entrevista, da Rede TV, Aline Barros falou sobre assuntos polêmicos, como a homossexualidade. “Meu posicionamento sempre vai ser aquilo que a palavra de Deus me orienta. Ele criou o homem e a mulher e, em sua plenitude, pensou na estrutura de família para que o homem pudesse se unir a mulher, os dois fossem uma só carne e pudessem se multiplicar e encher a terra”, disse a artista.

“Conheço homossexuais que já fizeram meu cabelo, minha maquiagem e são pessoas queridas. Mas, em relação a prática daquilo que fazem, não posso dizer que concordo”, finalizou.