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Conheça Michelle Bolsonaro, a nova primeira-dama do Brasil

Eleito com mais de 55% dos votos válidos, Jair Bolsonaro assumirá a cadeira da presidência da República a partir do dia 1 de janeiro de 2019. O militar terá ao seu lado uma grande equipe de pessoas que o ajudarão nas tomadas de decisão do seu governo.

Apesar da equipe técnica uma figura que acompanhará o presidente também está chamando bastante atenção. Trata-se de sua esposa, a brasiliense Michelle de Paula. O casal se conheceu na Câmara dos Deputados, em 2007. Michele era secretária parlamentar na Casa e Bolsonaro estava cumprindo o seu quinto mandato como Deputado Federal.

Com seis meses de namoro, Bolsonaro pediu Michelle em noivado e, após 90 dias, os dois se casaram no civil. Michelle é mãe da filha mais nova de Jair Bolsonaro, Laura, de 8 anos. O casal mora em um condomínio de casas na orla da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Durante os dois anos que trabalhou ma Câmara, Michelle foi secretária parlamentar nos gabinetes dos ex-deputados Vanderlei Assis (PP-SP) e Dr. Ubiali (PSB-SP). Em 2007, foi nomeada para uma posição na liderança do PP (sigla de Bolsonaro na época), na qual permaneceu entre junho e setembro.

Em 18 de setembro de 2007, a funcionária foi nomeada para o gabinete de Bolsonaro, também como secretária parlamentar. Contudo, a brasiliense acabou exonerada em novembro de 2008, após uma súmula do Supremo Tribunal Federal (STF) emitida em agosto daquele ano proibir a contratação de parentes até terceiro grau.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro também é religiosa e possui uma atuação bem ativa nesse setor. É evangélica e frequentou a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), igreja do pastor Silas Malafaia. O pastor também foi o responsável pelo seu casamento com Jair, em 21 de março de 2013, dia do aniversário de Bolsonaro.

“Tem mulher que é perua, desculpe a expressão, mas ela não é assim. Tem uma beleza com simplicidade, não é espalhafatosa, nunca gostou de aparecer ou colocar a cara para fora. Nem de se exibir. Ela gosta de trabalhar nos bastidores”, disse Malafaia, que a conhece desde 2008.

Michele migrou para a Igreja Batista da Atitude onde começou a participar da educação de surdos e mudos. Ela também trabalhou com a tradução simultânea dos cultos em libras.

Como primeira-dama, Michele afirmou que vai querer fazer “todos os trabalhos sociais possíveis”: “É um chamado que eu tenho, né? Tive essa aproximação com as pessoas com deficiência, os surdos, eu tive um tio surdo também. Tenho muito amor por essa comunidade. Quero fazer o melhor.”, afirmou, em uma rara entrevista ao Jornal Nacional.

Questionada sobre a fama de homofóbico e racista de Bolsonaro, Michelle não demora muito para respondeu que “Ele é tachado como fascista, homofóbico, e nós temos amigos gays. Eu tenho um primo gay”, contou em entrevista ao Domingo Espetacular.

A primeira-dama também afirmou que deseja ajudar as pessoas que moram no sertão do país. “”Meu sonho é chegar no sertão. Tenho muita vontade que essas pessoas melhorem de vida”, disse.