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Jair Bolsonaro se reúne com assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos

O assessor de Assuntos de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton, está reunido neste momento com o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Ele chegou pontualmente, às 7h, acompanhado do diretor de imprensa, Garrett Marquis, do diretor de Negócios do Hemisfério Oeste, Mauricio Claver-Carone, do diretor para o Brasil, David Schnier, e do Encarregado de Negócios, Bill Popp.

Também participam do encontro os futuros ministros das Relações Exteriores, embaixador Ernesto Araújo, da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e do Gabinete de Segurança, general Augusto Heleno. Além de Flávio Bolsonaro, eleito senador pelo Rio de Janeiro.

Antes da reunião, foi servido um café da manhã informal. A agenda não foi divulgada mas, pelo Twitter, Bolton disse que “compartilhamos muitos interesses bilaterais e trabalharemos de forma próxima para expandir a liberdade e a prosperidade por todo o continente americano”.

Pela rede social, Bolton disse que oficializou o convite do presidente Trump para que Bolsonaro visite os Estados Unidos e que “está ansioso por uma dinâmica parceria com o Brasil”.

Bolton ressaltou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, telefonou para Bolsonaro tão logo foi anunciado o resultado do segundo turno das eleições.

“Eles [Trump e Bolsonaro] tiveram uma ligação telefônica realmente extraordinária, e acredito que desenvolveram uma relação pessoal, ainda que remotamente.”

De acordo com o assessor norte-americano, a relação bilateral entre os dois países será alçada a um “novo nível”. “Encaramos como uma oportunidade histórica para que o Brasil e os Estados Unidos trabalhem juntos em uma série de áreas, como economia, segurança e outras.”

Bolton e Bolsonaro devem conversar ainda sobre a crise na Venezuela, agravada nos últimos meses por questões econômicas e políticas, provocando a fuga de venezuelanos.

Também deverá entrar na pauta a relação com Cuba, cujo governo é criticado tanto por Bolsonaro como por Trump.

De acordo com a Agência EFE, é possível também que ambos ainda mencionem possibilidades de expansão das relações de comércio, investimento e negócios entre EUA e Brasil, além de alternativas para aperfeiçoar a segurança energética regional.

Bolton incluiu o Rio de Janeiro na visita à América do Sul, uma vez que participa da Cúpula de Líderes do G20, em Buenos Aires, com a presença de Trump.

 

*Via Agência Brasil

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