Vice-diretora do Museu Nacional se joga ao chão após ver incêndio no prédio

O incêndio no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, trouxe perdas irreparáveis para a história do nosso país e do mundo. O prédio possuía aproximadamente 20 milhões de objetos históricos. A vice-diretora do Museu, Cristiana Cerezo, se jogou ao chão quando chegou ao local e viu o prédio em chamas.

“Tínhamos um plano para retirar essas substâncias do museu, mas infelizmente esta tragédia aconteceu antes. Estávamos trabalhando com a atualização da prevenção de incêndio, realizando treinamentos, é muito triste”, afirmou.

Além de meteoritos, o museu guardava esqueletos de dinossauros, o mais antigo fóssil humano descoberto nono Brasil, batizado de “Luzia”, entre outros importantes objetos históricos da Família Real. A visitação média do local variava entre 5 a 10 mil pessoas por mês.

“São 200 anos do museu, isso aqui é o trabalho da vida de muita gente, são coleções zoológicas, botânicas, tudo perdido, tudo perdido!”, lamentou Lilian, bióloga e pesquisadora do museu, ao Jornal O Globo.

O Ministro da Cultura levantou a hipótese do incêndio ter sido causado pela queda de um balão no teto do edifício (Saiba mais). Apesar da destruição, alguns objetos conseguiram resistir, como o famoso Meteorito de Bendegó.

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